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Maria do Céu Madureira, quadro da Universidade de Medicina de Coimbra-Portugal, investiga há vários anos o valor curativo das plantas de São Tomé e Príncipe, em parceria com os curandeiros nacionais. Na última semana, uma publicação científica norte amer PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Terça, 12 Agosto 2014 19:26

Maria do Céu Madureira, quadro da Universidade de Medicina de Coimbra-Portugal, investiga há vários anos o valor curativo das plantas de São Tomé e Príncipe, em parceria com os curandeiros nacionais.

Na última semana, uma publicação científica norte americana deu conta que uma das plantas de São Tomé e Príncipe, testada nos laboratórios do Salk Institute da Califónia-EUA, deu mostras de ter compostos que podem revolucionar o tratamento das doenças neuro degenerativas, caso do Alzheimer.

A Investigação do instituto norte-americano da Califórnia, foi realizada em parceria com a Universidade de Medicina de Coimbra. Antes, Maria do Céu Madureira e os curandeiros são-tomenses selecionaram 5 tipos de plantas que tradicionalmente são utilizadas no país para o tratamento de distúrbios mentais e doenças inflamatórias. «Fizemos uma parceria com o Salk

Institute

Plantas nacionais testadas com sucesso para tratar o Alzheimer

da Califórnia – Estados Unidos, porque têm um grupo que faz pesquisas em compostos para doenças neuro degenerativas e nos interessa explorar as potencialidades da flora de São Tomé e Príncipe», afirmou Maria do Céu Madureira.

Os estratos das 5 plantas, foram enviados ao instituto norte-americano. Uma se destacou de forma potencial para o tratamento das doenças neuro degenerativas, a Cata Kiô, cientificamente conhecida por Voacanga Africana.  «Neste momento o que se fez, é uma série de ensaios em linhas celulares que tivessem relação com o mecanismo de acção que desencadeassem o Alzheimer. Em 5 ou 6 ensaios e em todos eles o estrato bruto da Voacanga africana foi o mais poderoso», explicou a investigadora.

O teste ao composto da Cata Kiô, comprovou que a planta abundante no arquipélago de São Tomé e Príncipe, é mais potente do que os compostos actualmente em uso para tratar o Alzheimer. «O composto já é conhecido. É um alcaloide que se chama Voacamina.  A ideia agora é pegar na molécula e eventualmente transforma-la de maneira a podermos chegar a um novo medicamento, para tratar o Alzheimer, que como se sabe é uma doença que afecta as populações mais idosas do mundo inteiro», referiu Maria do Céu Madureira.

O valor curativo de dezenas de plantas são-tomenses, alguma até endémicas, já foi confirmado cientificamente através do trabalho conjunto entre a investigadora da Universidade de Medicina de Coimbra e os curandeiros de São Tomé e Príncipe.

Agora é a vez da Cata Kiô, por sinal menos utilizada na medicina tradicional são-tomense, do que a Cata Grande e a Cata Pequena.

Os dados estão lançados para que a Cata Kiô, ou Voacanga Africana, venha a revolucionar o tratamento de uma das doenças que tira qualidade de vida a muitas pessoas em todo o mundo, sobretudo idosos.

Abel Veiga

 
Silenciosamente já estava a actuar no terreno há algum tempo. Quando faltam2 meses para a realização das eleições legislativas, autárquicas e regionais de 12 de Outubro, Fradique de Menezes, Presidente do MDFM, dá a cara como candidato ao cargo de Primeir PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Terça, 12 Agosto 2014 19:17

Fradique de Menezes é candidato do MDFM ao cargo de Primeiro-ministro

Silenciosamente já estava a actuar no terreno há algum tempo. Quando faltam2 meses para a realização das eleições legislativas, autárquicas e regionais de 12 de Outubro, Fradique de Menezes, Presidente do MDFM, dá a cara como candidato ao cargo de Primeiro-ministro. «Estou ao serviço do povo», declarou, na Assembleia Distrital do seu partido o MDFM, que decorreu no último sábado.

Fradique de Menezes, que foi Presidente da República de 2001 à 2011, considera que tem mais vocação para ser Chefe do Governo do que Presidente da República. «Disse naquela altura enquanto Presidente da República que a escolha não tenha sido boa da minha parte. Ao invés de Presidente da República eu deveria ser o Chefe do Executivo, porque sou indivíduo mais para o executivo. Sou trabalhador, meto-me nas coisas e as coisas têm que ser feitas», defendeu.

Realçou as suas acções enquanto Presidente da República que se confundiam com as de Chefe do Governo. «E a minha linguagem durante os 10 anos de mandato como Presidente, que me arranjou tantos conflitos, foi porque eu não conseguia raciocinar como um Chefe de Estado no Palácio, sem se preocupar com o mexer da nação e do povo», fundamentou.

Fradique de Menezes, acredita que chegou o momento de materializar a sua vocação. «Hoje há ocasião de o fazer e bem. Mas tudo depende do povo. Mas com um projecto com cabeça tronco e membro, Fradique de Menezes é candidato», pontuou.

Transparência é uma questão de honra para o líder do MDFM na gestão da coisa pública. «Temos que dar conhecimento à aqueles que nos elegem o que estamos a fazer. Portanto não podemos permitir ter barcos, etc, ao largo das nossas águas sem ninguém saber o que estão a fazer. As pessoas têm que saber, e se é do benefício da população», afirmou recordando a novela dos barcos gigantes que navegavam nas águas territoriais são-tomenses, sem qualquer retorno financeiro para os cofres do Estado.

Fradique de Menezes arregaça as mangas para disputar o cargo de primeiro-ministro a frente do seu partido MDFM-PL.

Abel Veiga

 
O Livro do Juiz de Direito Hilário Garrido, que foi lançado em Portugal, chega desta vez ao público de São Tomé e Príncipe. Esta terça – feira pelas 16 :30 a sala de conferências do Hotel Pestana, acolhe o primeiro lançamento das “Reflexões Jurídicas” no PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Terça, 12 Agosto 2014 19:11

“Reflexões Jurídicas” – Direito e Política é lançado em São Tomé

O Livro do Juiz de Direito Hilário Garrido, que foi lançado em Portugal, chega desta vez ao público de São Tomé e Príncipe. Esta terça – feira  pelas 16 :30 a sala de conferências do Hotel Pestana, acolhe o primeiro lançamento das “Reflexões Jurídicas” no território são-tomense.

Segundo o autor, o livro serve também como um despertar ou de alerta para o legislador e os políticos em geral para as insuficiências, lacunas e imperfeições do sistema jurídico e judiciário de SãoTomé e Príncipe.

Hilário Garrido, que anunciou ainda para este ano o lançamento do segundo volume da obra, apresentou também os fundamentos do livro :

 

      FUNDAMENTOS DO LIVRO

                   “REFLEXÕES JURÍDICAS – DIREITO E POLITICA

 

-  Lema “POR O DIREITO NA RUA”

-  Objetivo: “INFORMAÇÃO JURIDICA” aos cidadãos

-  Um livro destinado aos leigos, curiosos em questões de Politica e Direito, estudantes de Direito, em suma, destina-se a todos aqueles que sabem lei e gostam do saber, especialmente aos jovens estudantes a partir do ensino secundário (9.º classe), ávido pelo saber.

-  Um instrumento de cultura geral sobre Direito e Politica;

-  A primeira obra jamais escrita no país sobre questões jurídico-políticas, ou melhor, sobre o DIREITO.

-  Um elemento para despertar consciências sobre a Politica e o Direito, com relevância para o exercício da cidadania.

 
UDRA de Angolares, consolidou no pretérito domingo, a liderança do campeonato nacional da 1ª divisão, ao arrancar a ferro uma vitória por 2×1 diante de Aliança Nacional. Continua ao rubro a luta pela liderança do principal escalão, entre a UDRA de Angola PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Segunda, 11 Agosto 2014 08:48

UDRA de Angolares, consolidou no pretérito domingo, a liderança do campeonato nacional da 1ª

divisão, ao ar

UDRA não se atemoriza e mantem a liderança

rancar a ferro uma vitória por 2×1 diante de Aliança Nacional.

Continua ao rubro a luta pela liderança do principal escalão, entre a UDRA de Angolares e o Sporting de Praia e Cruz.

Este fim-de-semana, no cumprimento da sétima jornada, o filme voltou a repetir, desta vez com os protagonistas a tentaram a manutenção e o assalto ao trono, respectivamente.

Dos dois, o Praia Cruz foi o primeiro a entrar em cena, no sábado, com uma goleada a moda antiga, 8×0, aos Golfinhos de Neves, que demostraram mais uma vez, a sua fragilidade, quando se trata em jogar fora de portas, e principalmente no esverdeado do estádio Nacional 12 de Julho.

Com este deslumbro, a turma de Praia, assumiu por 24 horas a liderança da prova, colocando desta forma a pressão sobre o conjunto da UDRA, que tinha pela frente o difícil xadrez de Aliança Nacional.

Pressionado pelo triunfo do seu rival na véspera e ciente do poderio dos anfitriões, o xadrez de UDRA alterou na arena de Wembley, no domingo, apenas com foco no triunfo, que aconteceu apos os 90 minutos por 2×1, de modo a recuperar o trono, depois de ter sido assaltado na véspera por Sporting de Praia Cruz.

Para além destes resultados, a sétima jornada produziu mais três desfechos:

Ôque-del-rei 1 x Caixão Grande 0

JUBA 3 x Santana 0

Guadalupe 0 x Riboque 0

Conjugados que estão os resultados da sétima jornada, a prova continua a ser liderada pelo combinado de UDRA de Angolares, desta feita com 19 pontos, seguido de Praia Cruz com 17 pontos. Ao passo que na cauda destacam as equipas de Santana com 4 pontos e de Ôque-del-rei, com 3 pontos.

Gil Vaz

 
Numa altura em que aumenta a infecção pelo vírus da Ebola na vizinha Nigéria, com o registo de cerca de 13 casos e duas mortes confirmadas, o medo cresce em São Tomé e Príncipe. Vários cidadãos manifestaram ao Téla Nón, a sua preocupação devido a amea PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Segunda, 11 Agosto 2014 08:43

Numa altura em que aumenta a infecção pelo vírus da Ebola na vizinha Nigéria, com o registo de cerca de 13 casos e duas mortes confirmadas, o medo cresce em São Tomé e Príncipe.

 

Vários cidadãos manifestaram ao Téla Nón, a sua preocupação devido a ameaça a saúde

 

Ebola cresce na Nigéria e medo aumenta em STP

pública que o vírus em causa representa para o mundo, e em particular para o arquipélago, que para além do deficiente sistema de saúde, conta com pouco mais de 170 mil habitantes.

 

As trocas comerciais via marítima e aérea entre a Nigéria e São Tomé e Príncipe, cresceram nos últimos anos, acompanhado pela subida da imigração nigeriana no arquipélago. Daí que a disseminação do vírus no país vizinho, está a incomodar o cidadão comum são-tomense.

 

São Tomé e Príncipe tem a vantagem de ser um arquipélago, no entanto a fragilidade do seu sistema de saúde e do controlo das suas fronteiras (aeroporto e porto), alimenta o medo e a preocupação dos cidadãos.

 

No entanto na última semana o Ministério da Saúde reuniu o comité nacional de emergências sanitárias, e adoptou algumas medidas para proteger o país. O ministério da Saúde prometeu, reforço da fiscalização no aeroporto internacional e no porto de São Tomé.

 

O Governo são-tomense decidiu também pedir ajuda técnica e financeira a Organização Mundial da Saúde, para prevenir a praga que o vírus Ebola representa.

 

O vizinho Nigéria, é o quarto país da África Ocidental, infectado pelo vírus que já matou cerca de 1000 pessoas na sub-região ocidental de África nas últimas semanas.

 

Um vírus agressivo, que provoca hemorragias, pra o qual a comunidade científica internacional ainda não descobriu o antídoto eficaz para tratar o homem infectado.

 

Vacina também para já não existe.

 

Abel Veiga

 


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